Fixadores com revestimento ou inox: Qual o melhor?

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Ainda hoje existem algumas pessoas, principalmente iniciantes na profissão, que não se preocupam em pesquisar sobre os fixadores, entender as diferenças dos tipos e revestimentos.

E isso pode trazer prejuízo para o projeto em alguns casos, causando má fixação e até perigo para quem está exposto à construção ou manuseio da máquina em questão.

Por esses motivos vamos explicar bem detalhadamente as diferenças entre fixadores com revestimentos e fixadores em inox, para que seja mais simples escolher o correto na próxima vez.

Continue acompanhando o texto para entender melhor:

Ambientes

Vamos começar a entender as diferenças dos fixadores pelos ambientes:

Para trabalhos em máquinas, estruturas, ferramentas, ferramentas hospitalares, eletrodomésticos, entre outras que têm como grande influência de desempenho interferências climáticas (água ou umidade), o fixador ideal é o inox.

Ele é altamente capaz de oferecer uma fixação segura e resistente contra corrosão, o que para esses materiais é extremamente importante, pensando também na segurança de quem manuseia as ferramentas.

Já em um cenário onde onde não exista interferência com água, em ambientes mais internos a opção mais viável é o uso de fixadores com revestimentos.

E dentre os tipos de revestimentos temos o zinco, polido e oleado, eles são bem-vindos principalmente em peças internas, como motores e engrenagens.

Durabilidade

A segunda etapa de verificação é tão importante quanto a primeira para nos atentarmos, a durabilidade.

Para equipamentos, máquinas ou projetos que demandam uma manutenção maior, com reposição de fixadores por exemplo, a indicação é revestimento em aço zincado ou galvanizado.

E existe um motivo para isso! Além do principal motivo de aumentar a resistência do material, aumentam consideravelmente a vida-útil, ou seja, ele mantém o desempenho total até que a nova manutenção seja feita.

Já os fixadores com em inox são mais recomendados para casos onde a manutenção não é realizada com tanta frequência, e por isso a prioridade máxima é a resistência.

Como exemplos temos alguns casos, como tubulações, construções perto do mar, embarcações, e todos que demandam um cuidado maior por estar exposto à corrosão, evitando que a fixação entre as peças seja prejudicada.

Existe um revestimento ideal?

Vamos começar a falar desse assunto por um tema polêmico, o preço. Ele infelizmente influencia em muitas decisões, e nesse caso não seria diferente.

E é aí que mora o problema, se pensa muito no valor e a qualidade e modelo correto do fixador ficam em segundo – ou terceiro – plano.

E nesse caso, independentemente de ser com revestimento, inox, zincados, bicromatizados, galvanizados ou qualquer outro tipo, se não for o correto para a máquina ou projeto, o uso do fixador errado por trazer um prejuízo muito maior do que o preço que o responsável não quis pagar inicialmente.

E fora o prejuízo financeiro, outros pontos que precisamos mencionar é o tempo e os retrabalhos, coisas que serão afetadas caso a fixação dê errado.

Sendo assim, preste muita atenção, não se deixe levar por “achismos” ou por preço, invista no ideal para seu projeto, no que atende a necessidade da fixação e que não te dará dor de cabeça a longo prazo.

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